Tigre da Tasmânia

«Eu escrevo como se fosse salvar a vida de alguém. Provavelmente a minha própria vida» C. Lispector

sexta-feira, janeiro 2

O cheiro do papel

Tenho saudades do cheiro do papel do jornal. Tenho saudades dos dias em que o meu Pai comprava o Diário de Notícias diariamente. Ou de quando estava nas redacções e trazia para casa o jornal ao fim do dia. Sobretudo às Sextas-feiras, depois da Sala de Imprensa na TVI24, em que trazia vários quilos de letras.

Ainda compramos o Expresso cá em casa. Mas o que acho que mudou foi mesmo o cheiro do papel, que já não é o mesmo.

1 Comentários:

Às 4:27 da tarde , Blogger V_ disse...

Eu tenho saudades do cheiro das lojas de livros usados, e dos seus livros, esse cheiro a quem já foi lido por muitas mãos e esteve em muitos lugares
Infelizmente soube que muitos desses lugares já fecharam na nossa Lisboa

 

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