Tigre da Tasmânia

«Eu escrevo como se fosse salvar a vida de alguém. Provavelmente a minha própria vida» C. Lispector

sábado, dezembro 22

Marajá

«-Vais onde? Isso parece coisa do secundário.»

Foi esta a reacção ao programa de sexta-feira, um jantar de Natal de turma da faculdade. E espero continuar a ter estas reacções por muitos e muitos anos. A turma já não vai ser turma por ser composta pelas pessoas que comigo partilharam os estudos mas por serem «a minha turma». Mas o melhor da noite viria depois. Noitada de poker, poker a sério, «Texas hold’hem» à americana, com fichas, cartas e apostas da dinheiro. Novato na coisa, apanhei-lhe o jeito e acabei por ganhar a mesa. Como alguém disse estava com o toque de Marajá, a contar as fichas para a aposta como se de trocos se tratassem. Deu para vislumbrar o vício dos jogos de sorte e azar. Mas jogar poker ou outro… só com amigos e na brincadeira.

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