Tigre da Tasmânia

«Eu escrevo como se fosse salvar a vida de alguém. Provavelmente a minha própria vida» C. Lispector

terça-feira, dezembro 4

Há duas semanas

Sempre que nos acontece algum episódio ou alguma estória que possa mexer connosco vamos a correr falar e contar aos melhores amigos ou àqueles com quem possuímos maior confiança.
Será que para nos sentirmos seguros de que tomámos a atitude certa? Vamos em busca de aprovação? Quando relatamos estamos a fazê-lo para nós, para nos assegurarmos que não fomos injustos e colocarmos cimento estruturante na situação, ou estamo a fazê-lo para partilharmos algo que é importante com as pessoas de quem mais gostamos.
Tenho ainda muito que percorrer para tornar sólidas, ou para acreditar que são sólidas, as minhas atitudes. Mas aquele que se crê certo de tudo, com verdades inabaláveis e só valoriza o que pensa e as suas atitudes não é o mais idiota de todos?

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