Tigre da Tasmânia

«Eu escrevo como se fosse salvar a vida de alguém. Provavelmente a minha própria vida» C. Lispector

terça-feira, novembro 4

Hinos e hinos

A meio do concerto dos Extreme Nuno Bettencourt ocupa o centro do palco do Coliseu dos Recreios, sozinho, apenas um banco, um foco de luz e a guitarra. E começa a dedilhar o Hino Nacional. O simbolismo cala o Coliseu e engrandece cada um dos presentes, para rebentar no aplauso final. Boa lição para os franceses que assobiam o seu hino. Porque podemos ter um país que quase nunca nos agrada e que muitas vezes nos deixa mal, mas é nosso e é dele que gostamos.

1 Comentários:

Às 2:17 da tarde , Anonymous Sofia Covas disse...

Arrepio...

:)

 

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