Tigre da Tasmânia

«Eu escrevo como se fosse salvar a vida de alguém. Provavelmente a minha própria vida» C. Lispector

terça-feira, outubro 4

Mais um assunto da semana passada... A polémica do novo aeroporto de Lisboa, com a ideia lançada pelo secretário de Estado do Turismo de uma estrutura dedicada apenas às companhias low cost, ganhou mais achas para uma fogueira já de si galopante.

Um aeroporto de low cost mais próximo que um aeroporto para as grandes companhias, a construir na Ota? Impensável, argumentaram muitos. Porquê fazer o inverso de Paris, Londres, Barcelona e Milão, cujos aeroportos secundários se encontram a muitos mais quilómetros e minutos que os principais?

Não seria mais simples então reservar a Portela apenas para as grandes companhias e deixar o segundo aeroporto para as low cost? A solução parece a mais razoável de momento, já que incompetentemente se adiou tanto a decisão que agora não existem de facto verbas para uma construcção sustentada economicamente. Isto porque a decisão de construção deveria ter sido tomada há dez anos (mais uma crítica a apontar ao agora «divinizado» Cavaco Silva) e hoje já não teríamos a novela «Ota».

3 Comentários:

Às 12:13 da tarde , Anonymous Anónimo disse...

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Às 10:06 da manhã , Blogger Marco disse...

Coloquem as low-costs em Alverca, amplie-se a Portela para Figo Maduro (os militares podem ir para o Montijo ou Beja) e esqueçamos a Ota.
É só mais uma sugestão.

 
Às 2:58 da tarde , Blogger Heliocoptero disse...

Eu sinceramente não percebo qual é o problema de algumas pessoas com a distância entre a Ota e Lisboa. Parece que se não tiverem as coisas à porta de casa não vale a pena.

A maioria das capitais europeias têm os seus aeroportos internacionais a dezenas de quilómetros de distância. O de Estocolmo, por exemplo, está a 40 para norte, isolado do meio do nada.

A diferença em relação ao projecto da Ota (e aí sim eu posso concordar com as críticas): tem terminais rodo e ferroviários. Isto quer dizer que mesmo ficando em cascos de rolha eu posso estar em Estcolmo em coisa de meia hora e em Uppsala, 35 quilómetros a norte, em 20 minutos. Ainda me lembro do ridiculo que foi o Jorge Coelho dizer nos tempos no Guterres que o TVG podia passar pela Ota, mas não parava lá...trolha!

Em vez de se queixarem de ser na Ota, deviam estar a pensar como é que depois se vai e vem de lá e ter a certeza que não vai ser mais uma área a urbanizar onde as casas depois crescem como cogumelos à volta do aeroporto: para isso mais valia ficar em Lisboa!

 

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