Tigre da Tasmânia

«Eu escrevo como se fosse salvar a vida de alguém. Provavelmente a minha própria vida» C. Lispector

sábado, setembro 1

By the sea

No horizonte vejo a onda que chega e vejo a mesma onda que vai. Terá medo? Por entre os dois montes altos, um deles com uma pinta desde sempre, espreita o sol. Mais abaixo dez pequenas colinas, iguais aos pares mas todas diferentes, movem-se e escapam-se da água. A lagoa inunda, forma-se e rodeia-se-me. Encosto os ramos para trás, ensopados, aponto as portadas ao céu. Fecho as tabuinhas. Fico. Vivo. Sou.

0 Comentários:

Enviar um comentário

Subscrever Enviar comentários [Atom]

<< Página inicial