Tigre da Tasmânia

«Eu escrevo como se fosse salvar a vida de alguém. Provavelmente a minha própria vida» C. Lispector

quarta-feira, julho 27

Conversas à beira da piscina I

Quando se junta um grupo de pessoas que trabalha no mesmo sítio e outras que já por lá passaram, a conversa necessariamente vai lá parar. São os ordenados que são baixos e que não sobem. São as horas que são esticadas. São os chefes que não lideram. São as promoções que não percebidas. São as indicações que não são explicadas. São as saídas que não se percebem. São as entradas que não existem e as que existem que não se justificam. Mas há uma observação comum: a falta de oportunidades. São sempre os mesmo que fazem as coisas mais giras e desafiantes. E apenas porque sim. São laços de amizade que vêm de longe, de onde e quando não se sabe nem se percebe. Nunca o ditado fez tanto sentido "as coisas são como são". Dedicação? Entrega? Horas? Isso vem depois.

E mal sabem eles que eu daria tudo para voltar a esse esquema.

1 Comentários:

Às 10:14 da manhã , Blogger Sofia disse...

Mal sabem eles... Mas eu sei, e dava o mesmo. *

 

Enviar um comentário

Subscrever Enviar comentários [Atom]

<< Página inicial