Tigre da Tasmânia

«Eu escrevo como se fosse salvar a vida de alguém. Provavelmente a minha própria vida» C. Lispector

domingo, fevereiro 11

«Bobby»

Uma semana, cinco filmes. Viva o Medeia Card. Um por um, «Assalto e Intromissão», «Pecados Íntimos», «Uma verdade inconveniente», «Bobby» e «Diamante de Sangue», preencheram quase todas as noites dos últimos sete dias.

«Bobby» é um excelente filme. Actores maiores em competição pelo galardão do melhor impossível de atribuir. Mas acima de tudo a transmissão de sensações e crenças. A crença que de facto há causas maiores que nos levam a acreditar. Pessoas e discursos que nos entusiasmam. Ideias e missões que nos insuflam a essência e que dão motor à nossa existência. Bobby Kennedy, o seu projecto, as pessoas que o rodeavam e o seguiam eram algo assim. A comparação com Bush, Rumsfeld, Condoleezza só nos pode deixar tristes e esmagados. Só falta um ano para o fim.

Ainda falta um ano para o fim...

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