Tigre da Tasmânia

«Eu escrevo como se fosse salvar a vida de alguém. Provavelmente a minha própria vida» C. Lispector

quinta-feira, junho 15

Relacionando-me com os livros

Terminou ontem a Feira do Livro de Lisboa. Soube a pouco, como em todos os anos... O espaço onde decorre, apesar da vista magnífica sobre a cidade a estender-se até ao Tejo, não é o mais indicado, pois é inclinado, obrigando a um sobe-e-desce pouco apetecível no Verão. Mas o maior entrave reside nos stands. Os livros amontoam-se em escaparates, com o respectivo vendedor de olhos pregados em cada visitante/potencial comprador.

Não é portanto possível manusear os livros, senti-los, cheirá-los, vivê-los, estabelecer uma relação com eles. Prefiro as pequenas feiras do livro ou as bancas que não têm a veleidade de serem uma feira, mas sim uma montra que nos convida a partilhar consigo as suas histórias.

1 Comentários:

Às 1:31 da tarde , Blogger Joao Moreira dos Santos disse...

E haverá algo melhor do que sentir o livro que ainda cheira a tinta, abrir pela primeira vez as suas páginas e percorrê-las na ânsia de encontrar a sua revelação? Concordo com o que dizes. Este ano só consegui comprar um livro na feira... do livro. Algo vai mal na booklândia portuguesa.

 

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