Tigre da Tasmânia

«Eu escrevo como se fosse salvar a vida de alguém. Provavelmente a minha própria vida» C. Lispector

segunda-feira, junho 5

A âncora, a fortaleza e o número um do filme

No outro dia, em conversa com uma amiga, em pleno Alfa Pendular a caminho do Porto, por entre as paisagens que fugiam apressadas pela janela, ela dizia-me que procurava a sua âncora. Isto porque neste momento a sua família e o seu ex-namorado (exactamente por ser ex) já não lhe davam a segurança e a estabilidade de que necessitava. Disse-lhe o meu lema de vida: «A tua âncora és tu mesma, é por ti e a ti que tens que te agarrar».

Noutra ocasião, um amigo entendido nestas coisas dos astros indicou-me que, porventura, eu seria sempre o «número um do meu filme», disse-me que eu possuía uma fortaleza quase inabalável, e que talvez essa fosse a fonte de alguns bloqueios na minha vida.

Será que tantos anos de construção de muralhas e couraçados podem revelar-se contraproducentes?

4 Comentários:

Às 2:52 da tarde , Blogger Luisa Seabra disse...

Podes crer q é... olha o meu caso... eu tinha aquela fortaleza q me protegiam mas ao mesmo temop me fazia sentir vazia, oca, fria...
Felizmente apareceu quem a quebrasse!!!

 
Às 9:30 da manhã , Blogger A Sonhadora disse...

Obrigada pelo baptismo...eheheh
um bummmzummm da abelhinha

 
Às 11:25 da manhã , Blogger Anette disse...

Eu acho que na vida tudo tem que ter peso e medida e, acima de tudo, é preciso que nos sintamos bem, o resto é conversa.

 
Às 11:27 da manhã , Blogger Anette disse...

Eu acho que o truque está em fazer tudo com peso e medida. No fundo, temos é de nos sentir bem, o resto é conversa!

 

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