Tigre da Tasmânia

«Eu escrevo como se fosse salvar a vida de alguém. Provavelmente a minha própria vida» C. Lispector

quarta-feira, fevereiro 13

Cidade de ferro

O fim-de-semana no Porto, mais que desejado, era mesmo vitalmente necessário. Para escapar das confusões de Lisboa, para mudar de cenário e de actores, para camuflar um pouco o fatal cruzamento de quinta-feira. E para mergulhar na cidade escura, de pedra dura, no rio que mais parece um riacho privativo para quem está habituado ao mar do Tejo, na Foz tão ali à mão e no sol que resolveu aparecer, nos jardins revitalizantes de Serralves, no odor da madeira histórica da livraria, no cheiro de adega do cais, no ferro que domina a cidade. Mas sobretudo na reinvenção de uma vida, mesmo que apenas por três dias.

1 Comentários:

Às 9:04 da tarde , Blogger Bruno Henriques da Silva disse...

Pedrinho já exprimi a minha indignação por nem sequer ter sido convidado.
MUITO MAU!!! MUITO MAU, MESMO

 

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