Tigre da Tasmânia

«Eu escrevo como se fosse salvar a vida de alguém. Provavelmente a minha própria vida» C. Lispector

quarta-feira, março 10

Señor profesor

«La vida no trahe instrucciones de uso y cuesta muchíssimo aprender cada unode los saberes fundamentalesde la existencia y no hay más que dos vias para hacerlo: o bien empeñando nuestra carne en ello, es decir, con la propria experiencia, un proceso lento y con cicatrizes, o bien observando la experiencia ajena»

4 Comentários:

Às 5:43 da tarde , Blogger LMLisbon disse...

:-)

 
Às 1:19 da tarde , Blogger Bea disse...

Um único minuto de reconciliação vale mais do que toda uma vida de amizade
Garcia marquez

 
Às 2:28 da tarde , Blogger bia disse...

Durante mi juventud el amor será mi maestro; en madurez, mi ayuda; y en la vejez será mi encanto (Kahlil Gibran).

 
Às 3:06 da tarde , Blogger Bea disse...

O orgulho é a consciência (certa ou errada) do nosso próprio mérito, a vaidade, a consciência (certa ou errada) da evidência do nosso próprio mérito para os outros. Um homem pode ser orgulhoso sem ser vaidoso, pode ser ambas as coisas, vaidoso e orgulhoso, pode ser — pois tal é a natureza humana — vaidoso sem ser orgulhoso. É difícil à primeira vista compreender como podemos ter consciência da evidência do nosso mérito para os outros, sem a consciência do nosso próprio mérito. Se a natureza humana fosse racional, não haveria explicação alguma. Contudo, o homem vive a princípio uma vida exterior, e mais tarde uma interior; a noção de efeito precede, na evolução da mente, a noção de causa interior desse mesmo efeito. O homem prefere ser exaltado por aquilo que não é, a ser tido em menor conta por aquilo que é. É a vaidade em acção.

 

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